A conclusão da PF: Gleisi é corrupta e recebeu dinheiro da TAM

 
Filipe Coutinho, Crusoé

 

O tal “fundo Consist” pagou ainda valores a assessores de Gleisi. Um deles chamou a atenção da PF. Trata-se de Gláudio Lima, que recebeu 40 mil reais do escritório em 2015. Segundo Guilherme Gonçalves, ele tinha valores de campanha a receber e o dinheiro foi uma ajuda até ele conseguir emprego. Mas o que surpreendeu a PF foi que Gláudio disse em depoimento de março de 2017 que trabalhava como professor em Londrina e que, em 2016, estava no gabinete de Gleisi. Os investigadores checaram então os dados sociais do Senado. Surpresa: apesar de Gláudio dizer que não trabalhava mais para Gleisi desde dezembro de 2016, ele constava ainda como funcionário ativo, recebendo cerca de 6 mil reais por mês. A consulta da PF foi em novembro de 2017. Na página do Senado, ele ainda aparece como servidor.

Além dos indícios de que Gláudio pode ter sido funcionário fantasma no Senado, há evidências no inquérito da participação de Gleisi nos 40 mil reais dados pelo escritório de advocacia com o dinheiro do “fundo Consist”, em 2015. É uma mensagem no celular de Gláudio: “Gleisi me pediu para ‘cuidar’ de você. Rsrs Já tenho uma ideia é até semana que vem eu vejo isso”. A mensagem que cita Gleisi partiu de Paulo Bernardo, marido dela. Um mês depois, o “cuidado” começava a acontecer: o fundo Consist passou a pagar uma mesada de 8 mil reais a Gláudio. …”

Se a moda pega

Prefeitura vai divulgar nomes de pagadores

A prefeitura de Campo Mourão vai divulgar os nomes dos contribuintes que pagarem suas contas.

O nome vai aparecer em relatórios mensais no Portal da Transparência.

A novidade está prevista em decreto assinado nesta quinta-feira pelo prefeito Tauillo Tezelli.

O objetivo é ampliar o acesso à informação.

O relatório trará o nome do contribuinte, o número do cadastro dele e o valor pago.

Com Boca Santa.

PITACO Que tal fazer assim em Foz do Iguaçu?

Liminar proíbe bloqueio de rodovias por caminhoneiros no Paraná

Foto: Divulgação -PRF
Foto: Divulgação -PRF
A decisão judicial foi tomada em resposta a uma ação de interdito proibitório movida pela Advocacia Geral da União (AGU), que, por sua vez, foi acionada pela Superintendência da Polícia Rodoviária Federal (PRF) no Paraná.

Entidades representativas de caminhoneiros agendaram para a manhã desta segunda-feira (21) uma série de manifestações contra os sucessivos reajustes dos preços dos combustíveis. Os protestos teriam início às 6 horas da manhã e duração prevista de até 72 horas.

“É imprescindível que seja concedida a medida liminar neste interdito proibitório para que os réus se abstenham de desencadear qualquer movimento […] que não seja pacífico e que importe a prática de atos ilícitos, dentre os quais a obstrução completa da faixa de rolamento”, diz trecho da decisão judicial.

Em seu despacho, o juiz admite a eventual possibilidade de manifestações em meia pista nos trechos de pista dupla, desde que não haja bloqueio total das rodovias federais. “Os manifestantes não poderão obstruir integralmente o tráfego em ambos os sentidos.”

São réus no processo a Confederação Nacional dos Transportadores Autônomos (CNTA), o Sindicato dos Transportadores Rodoviários Autônomos de Bens no Estado do Paraná (Sindicam) e o Sindicato dos Transportadores Autônomos de Cargas de São José dos Pinhais (PR), entre outros.

Filas e risco de acidentes

Em ofício remetido à AGU na última sexta-feira (18), a Polícia Rodoviária Federal alerta que a interrupção do fluxo de veículos, ainda que parcial, representa uma violação ao direito de locomoção.

“Milhares de pessoas, de um momento para outro, ficam “presas” em engarrafamentos quilométricos, ficando várias horas, sob condições climáticas diversas (forte sol, chuva), desprovidas de condições de subsistência básicas, tais como água, alimentação, local para necessidades fisiológicas, medicamentos, dentre outros”, diz o documento, assinado pelo Núcleo de Apoio Técnico da PRF no Paraná.

Foto: Divulgação -PRF

“A ocupação em tela coloca em risco a integridade física e a vida dos usuários da rodovia, que, cabe destacar, trata-se de via de trânsito intenso, altas velocidades, veículos pesados, cargas perigosas, em que o risco de acidentes graves de trânsito fica sobremaneira potencializado.”

No documento, a PRF observa que não pretende impedir protestos ou manifestações, mas proteger a segurança das pessoas e garantir a fluidez do tráfego.

As informações são da PRF

 

Sugestão: Pinote!

Clara  Becker, ex-mulher de José Dirceu –e não Clara Ant, assessora de Lula, como a Folha publicou erroneamente–, recomendou que o ex-chefe da Casa Civil se refugiasse numa embaixada.

Leia sua mensagem no WhatApp, reproduzida pela Folha de S. Paulo:

“Zé, sei que você melhor que eu sabe o que fazer diante de mais esta covardia desse inescrupuloso judiciário brasileiro, mas ouso te pedir: não se entregue a esses bandidos togados. Não permita o sequestro de seu corpo por esses imundos; não permita que te afastem de sua filha ainda pequena, de sua família, de nós. Vá para uma embaixada, Zé.  Não é fuga. Para nós que te amamos e respeitamos sua história, asilo político é instrumento legítimo de defesa diante da violência e do arbítrio que desabou sobre nossas vidas, nossos companheiros. Não vão soltar Lula. Não vão te soltar. Esses canalhas já demonstraram suficientemente que são desumanos, cruéis, monstros. Por favor, não se imole. Por favor. Abraços, querido companheiro”

PITACO: Ajoelhou, tem que rezar.

 

Ex-vereador Gláudio Lima volta ao noticiário policial

Desta vez por ter recebido, segundo a Polícia Federal, dinheiro desviado dos servidores federais por meio da empresa Consist, contratada irregularmente pelo Ministério do Planejamento quando o titular era Paulo Bernardo.Condenado em segunda instância em 2012 por improbidade administrativa pela compra irregular de computadores quando secretário de Gestão Pública de Londrina, inocentado – por falta de provas – no caso envolvendo a concessão de alvará de funcionamento a um motel localizado em área imprópria, o ex-vereador de Londrina pelo PT Gláudio Lima volta ao noticiário policial.

Gláudio é assessor de Gleisi Hoffmann e, de acordo com a PF, recebeu “mensalinho” de R$ 8 mil derivado desse esquema criminoso, que teria rendido, somente para Bernardo e Gleisi, R$ 7 milhões.

Com José Pedriali

Medicamentos em fundo falso são apreendidos na Ponte Internacional da Amizade

Na manhã desta sexta-feira (18), no âmbito da Operação Fronteira Integrada, ação conjunta entre servidores da Receita Federal, policiais do BPFron e da Força Nacional resultou na apreensão de grande quantidade de medicamentos em fundo falso. A ação ocorreu por volta das 6h, quando uma van paraguaia adentrava o Brasil, ocupada pelo condutor e dois passageiros. Durante verificação inicial no interior do veículo, nada foi visualmente encontrado. Ao ser questionado, o condutor negou a existência de itens ocultos na Van, entretanto, após o início de uma inspeção minuciosa, ele apresentou sinais expressivos de nervosismo. A inspeção chegou até o tanque de combustíveis do veículo, onde havia um fundo falso contendo grande quantidade de medicamentos de vários tipos; em seguida, um novo fundo falso foi encontrado, desta vez no banco traseiro, onde também havia medicamentos.

Ao serem descobertos os fundos falsos, o motorista evadiu-se correndo a pé sentido Paraguai. Iniciou-se então um acompanhamento tático, porém não foi possível localizá-lo. Os passageiros foram questionados sobre a existência dos medicamentos na Van, contudo afirmaram não saber de sua existência, sendo liberados em seguida.

Os medicamentos, que totalizaram 1.032 unidades e aproximadamente R$ 26 mil, foram apreendidos juntamente com o veículo. Será enviada ao Ministério Público representação fiscal para fins penais para apuração dos ilícitos.

Com RF

Investigação contra Rodrigo Janot volta a andar no Ministério Público

Engavetada em 2015, uma investigação contra o ex-procurador-geral da República, Rodrigo Janot, vai voltar a andar no Conselho Nacional do Ministério Público (CNMP). A informação é da revista Veja.

Havia sido arquivada pelo corregedor-geral Cláudio Henrique Portela do Rego porque, na ocasião, Janot estava à frente da PGR.

Entre dez irregularidades apontadas no processo 0715/2015-57, está a reforma de uma casa do Ministério Público por R$ 4 milhões, contratada sem licitação.

(Foto – Adriano Machado, da Reuters)

 

Bancada do Paraná em Brasília acumula quase 30 processos no STF; veja lista

Ministros do STF durante sessão plenária. Foto: Rosinei Coutinho/Arquivo STF

Ministros do STF durante sessão plenária. Foto: Rosinei Coutinho/Arquivo STF

Dos 33 parlamentares do Paraná em Brasília (30 deputados federais e três senadores), ao menos 12 são alvos de processos (inquéritos criminais ou ações penais) no âmbito do Supremo Tribunal Federal (STF). No total, existem ao menos 28 processos envolvendo parlamentares federais do Paraná em trâmite hoje na Corte máxima do Judiciário.

Parte dos processos, de responsabilidade do Ministério Público Federal (MPF), já está sendo encaminhada para instâncias inferiores, na esteira da recente decisão do STF que restringiu o foro especial por prerrogativa de função. A decisão sobre o que sai de Brasília e o que fica na Corte é feita pelo próprio relator do processo. O destino da maior parte dos casos paranaenses ainda é uma incógnita. Do total de 28 processos, apenas oito foram revisados a partir da nova regra do foro privilegiado: seis descem para instâncias inferiores; dois permanecem no STF.

Entre os 28 processos, não há qualquer sentença – seja pela condenação ou pela absolvição – e a maioria dos casos ainda está em fase de investigação (inquérito). Todos negam terem cometido crimes.

O levantamento do blog, com base em informações do STF atualizadas até 20 de maio de 2018, não considerou as dezenas de inquéritos arquivados – parte por prescrição da eventual pena.

Confira a lista:

Deputado federal Alfredo Kaefer (PP-PR), alvo de ao menos sete processos no STF:

Ação Penal 892 (Segredo de Justiça)

Envolve supostos crimes contra o sistema financeiro nacional e quadrilha

Inquérito 3678*

Envolve supostos crimes contra o patrimônio, crimes falimentares, quadrilha, apropriação indébita previdenciária e estelionato

*Em 7 de maio de 2018, o relator do caso, ministro Marco Aurélio, decidiu enviar o processo para a Justiça Estadual do Paraná.

Inquérito 4504

Envolve supostos crimes contra o patrimônio e estelionato

Inquérito 4525

Envolve suposto crime de corrupção passiva

Inquérito 3809*

Envolve supostos crimes contra a ordem tributária

*Em 10 de maio de 2018, o relator do caso, ministro Ricardo Lewandowski, decidiu enviar o processo para a Justiça Estadual de Santa Catarina.

Inquérito 4675*

Envolve suposto crime de lavagem de dinheiro

*Em 8 de maio de 2018, o relator do caso, ministro Marco Aurélio, decidiu que o processo permanecerá no próprio STF.

Inquérito 4304

Envolve supostos crimes contra a ordem tributária

Deputado federal Valdir Rossoni (PSDB-PR), alvo de ao menos cinco processos no STF):

Inquérito 4477

Envolve suposto crime de prevaricação

Inquérito 4156*

Envolve suposto crime contra o meio ambiente

*Em 10 de maio de 2018, o relator do caso, ministro Ricardo Lewandowski, decidiu enviar o processo para o Tribunal Regional Federal da 4ª Região (TRF4).

Inquérito 4306*

Envolve suposto crime de peculato

*Em 8 de maio de 2018, o relator do caso, ministro Alexandre de Moraes, decidiu enviar o processo para a Justiça Estadual do Paraná.

Inquérito 4644/4666

Envolve suposto crime de fraude em licitações

Inquérito 4356 (Sigiloso)

Envolve supostos crimes apurados no âmbito da Operação Quadro Negro

Senadora Gleisi Hoffmann (PT-PR), alvo de ao menos quatro processos no STF:

Ação Penal 1003

Envolve supostos crimes de corrupção passiva e lavagem de dinheiro(investigação derivada da Operação Lava Jato)

Inquérito 4342 (Segredo de Justiça)

Envolve supostos crimes de corrupção ativa e lavagem de dinheiro(investigação derivada da Operação Lava Jato)

Inquérito 4325

Envolve supostos crimes de corrupção passiva, lavagem de dinheiro e quadrilha (investigação derivada da Operação Lava Jato)

Inquérito 4130 (Segredo de Justiça)

Envolve supostos crimes apurados no âmbito da Operação Lava Jato

Deputado federal Nelson Meurer (PP-PR), alvo de ao menos três processos no STF:

Ação Penal 996

Envolve supostos crimes de corrupção passiva e lavagem de dinheiro(investigação derivada da Operação Lava Jato)

Inquérito 3989

Envolve suposto crime de associação criminosa (investigação derivada da Operação Lava Jato)

Inquérito 3014* (Segredo de Justiça)

Envolve supostos crimes de tráfico de influência, corrupção ativa, fraudes em licitação e quadrilha

*Em 8 de maio de 2018, o relator do caso, ministro Marco Aurélio, decidiu que o processo permanecerá no próprio STF.

Deputado federal Luiz Nishimori (PR-PR), alvo de ao menos dois processos no STF:

Inquérito 3850*

Envolve supostos crimes de estelionato, associação criminosa e falsidade ideológica

*Em 8 de maio de 2018, o relator do caso, ministro Alexandre de Moraes, decidiu enviar o processo para o Tribunal Regional Federal da 4ª Região (TRF4).

Inquérito 3508 (Segredo de Justiça)

Envolve supostos crimes de peculato e lavagem de dinheiro

Deputado federal licenciado Dilceu Sperafico (PP-PR), alvo de ao menos um processo no STF:

Inquérito 4010

Envolve suposto crime de tráfico de influência

Deputado federal Alex Canziani (PTB-PR), alvo de ao menos um processo no STF:

Inquérito 3544 (Segredo de Justiça)

Envolve supostos crimes de estelionato, quadrilha e falsidade ideológica

Deputado federal Hidekazu Takayama (PSC-PR), alvo de ao menos um processo no STF:

Ação Penal 647* (Segredo de Justiça)

Envolve suposto crime de peculato

*Em 3 de maio de 2018, o relator do caso, ministro Dias Toffoli, decidiu enviar o processo para a Justiça Estadual do Paraná.

Deputado federal Osmar Bertoldi (DEM-PR), alvo de ao menos um processo no STF:

Ação Penal 1013 (Segredo de Justiça)

Envolve supostos crimes de lesão corporal e contra a liberdade pessoal

Deputado federal Ricardo Barros (PP-PR), alvo de ao menos um processo no STF:

Inquérito 4157 (Segredo de Justiça)

Envolve supostos crimes de corrupção, peculato e fraude em licitação

Senador Roberto Requião (PMDB-PR), alvo de ao menos um processo no STF:

Inquérito 4707*

Envolve supostos crimes apurados no âmbito da Operação Lava Jato

*Embora o STF tenha inicialmente incluído Requião e outras nove pessoas no rol de investigados, o relator do caso, ministro Edson Fachin, posteriormente (em despacho assinado em 17 de maio de 2018) pediu que o MPF esclarecesse quem são de fato os alvos do inquérito. Ainda não houve manifestação do MPF.

Deputado federal Zeca Dirceu (PT-PR), alvo de ao menos um processo no STF:

Inquérito 4445

Envolve supostos crimes apurados no âmbito da Operação Lava Jato

Com Gazeta do Povo 

Da Coluna do Estadão:

O Plenário do Tribunal de Contas da União aprovou, sem alarde, auditoria extraordinária no Fundo Nacional de Saúde. A suspeita é de que o PP, que comanda o Ministério da Saúde, direcionou verba para atrair deputados na janela partidária.

Levantamento preliminar da Corte indica que 71% dos recursos de emendas de relatoria foram distribuídas para seis Estados. Entre eles, Alagoas, base do líder do PP na Câmara, deputado Arthur Lira, e o Piauí, do presidente da sigla, Ciro Nogueira. Os dois Estados só não receberam mais do que SP e MG.
Escancarado. Na justificativa para abertura da investigação, o TCU aponta “enorme discrepância entre os valores distribuídos para cada um dos Estados, o que coincide com portaria do Ministério da Saúde que simplificou as normas de repasse do FNS, o que dificulta o controle”.

Porteira. A portaria foi assinada pelo ex-ministro Ricardo Barros. Ele deixou a pasta em abril para disputar a reeleição de deputado federal pelo PP do Paraná. No lugar, assumiu Gilberto Occhi, também do PP.

Tempo. A investigação será tocada pela Secretaria-Geral de Controle Externo do TCU, “com a urgência que o caso requer”. Procurado, o Ministério da Saúde informou que os recursos foram “incluídos no orçamento pelo relator para apoiar os municípios na melhoria de serviços na Atenção Básica e Média e Alta Complexidade.” E que a resolução “não altera o orçamento ou aplica recursos adicionais para estados e municípios”.

 

A COISA TÁ FEIA

Bandidos invadiram a casa do delegado chefe da polícia federal em Foz do Iguaçu, Fabiano Bordignon, e furtaram, dentre outras coisas, uma pistola austríaca do acervo da corporação com dois carregadores. O delegado achava-se em viagem quando do fato.
Um BO foi confeccionado na 6ª SDP. Deve ser questão de honra para as policias na fronteira chegar aos meliantes.

OS BONS COMPANHEIROS

O primeiro da foto á esquerda é o Darlon Dutra, aspone do Cazuza e do Tulio Bandeira. Darlon ocupa uma sala no escritório do Tulio Bandeira na avenida das Cataratas (Cazuza e Túlio estão presos, caso o Vermelho não saiba). Foi esse mesmo Darlon que coordenou a campanha do Tulio á prefeito de Foz do Iguaçu. Até pouco tempo atrás não saia do gabinete do ex-vereador Brito, era menino de recado do Cazuza.
Darlon trabalha atualmente de cabo eleitoral para o Nelsi Coguetto Maria, o Vermelho, candidato a deputado federal pelo PSD do prefeito Chico Brasileiro. A especialidade do Darlon é teclar no facebook, não tem nenhuma credibilidade (dados as más companhias) mais os políticos, bocós como são, acham que tem. Até aí morreu Maria preá. Normalíssimo, dado a mixórdia que virou a política no nosso pais varonil. Entretanto, registre-se, que esse mesmo Darlon Dutra vem dirigindo veículos na fronteira sem estar habilitado para tal, pois teve que entregar sua CNH depois de completar mais de 20 pontos na mesma. E como dirigir sem CNH é crime de trânsito, pode-se dizer que o cabo eleitoral do Vermelho vem cometendo crimes diariamente. Em série!
Que coisa feia! Manda ele fazer o “cursinho” seo Vermelho!

CAZUZA NÃO SE EMENDA E PARA ISSO CONTA COM AJUDA DOS BONS AMIGOS

Cazuza segue segue preso na carceragem da PF na avenida Parana. Existe uma remota possibilidade que ele possa delatar…

Veja os artigos do código penal que o Cazuza responde no âmbito da operação Renitência.

“Por outro lado, o juízo, ao receber a denúncia em face do acusado JOSÉ DE OLIVEIRA REIS NETO, pela suposta prática dos crimes tipificados nos artigos 2º, §º 4º, inciso II, c/c artigo 1º, da Lei nº 12.850/2013; artigo 89 combinado com artigo 99, §1º, da Lei
nº 8.666/1993; artigo 317, “caput”, do Código Penal combinado com artigo 29, do mesmo diploma legal; artigo 90 c/c artigo 99, §1º, da lei 8.666/1993, bem como no crime previsto no artigo 93 da Lei nº 8666/1993, em concurso material, previsto no artigo 69 do Código Penal; artigo 317, “caput”, c/c/ artigo 29 do Código Penal; artigo 317, “caput”, c/c/ artigo 29 do Código Penal; artigo 317, “caput”, c/c/ artigo 29 do Código Penal; artigo 317, “caput”, c/c/ artigo 29 do Código Penal; artigo 317, “caput”, c/c/ artigo 29 do Código Penal; artigo 317, “caput”, c/c/ artigo 29 do Código Penal; artigo 333 do Código Penal c/c com artigo 29 do CP; artigo 332, parágrafo único, combinado com artigo 29, ambos do Código Penal, por duas vezes; artigo 90 c/c artigo 99, §1º, da lei 8.666/1993; artigo 317, c/c artigo 29 do Código Penal; artigo 328, parágrafo único combinado com artigo 29 do Código Penal; este juízo revogou a prisão preventiva dos acusados, e entendeu por bem aplicar medidas cautelares diversas da prisão” (nos autos do processo da Renitência).

Assessor parlamentar Landerson Travenssoli e o Cazuza, segundo o despacho judicial abaixo:

O
O da esquerda é o Cassiano Ribas, que também é cabo eleitoral do Vermelho. Pagou dois mil reais dia desses para redimir-se de ameaçar as pessoas. Tem mania de dizer que vai dar um tiro nos outros. Notório Muquirana, apelidado de “Rei do Gatilho”. O da direita é o Landerson Travenssoli que também foi processado por homofobia, é assessor do vereador Jankhe, do (“povo” do Marcelo Marcolino Moura). Travenssoli é aspone do prefeito Alemão que está preso, e foi citado no despacho da segunda prisão do Cazuza como podem ver abaixo:

“A partir do vídeo especificamente colacionados ao ev. 05 dos autos, percebe-se que um carro Citroen Lounge, da cor branca, chega até à Câmara de Vereadores, e adentra no estacionamento defronte à Casa Legislativa. Nesse ínterim, um servidor da Câmara Legislativa, de camisa xadrez da cor azul, identificado pelo Parquet como sendo o assessor
parlamentar Landerson Geraldo Tranvenssoli Vieira, atendeu a seu telefone celular e atravessou a rua certamente para encontrá-lo.
Veja que o assessor entra no estacionamento assim que o Citroen Lounge para na rua e retorna à calçada da Câmara de Vereadores depois que JOSÉ DE OLIVEIRA REIS NETO bate em retirada, mas não sem antes descer do veículo Citroen para acenar para quem estivesse na porta da Câmara de Vereadores, garantindo que todos identificassem sua
presença”.

PITACO: Amém, meu Padim Ciço.